MÉDICO PM PRENDE SOLDADO
MÉDICO CORONEL DO 3º BATALHÃO(Imperatriz) DA VOZ DE PRISÃO AO SOLDADO POR APRESENTAR ATESTADO MÉDICO!!!
| http://policialbr.com/ |
OS BANDIDOS COM CRIMES MENORES SENTENCIADOS ABAIXO DE 4 ANOS FICAM RESPONDENDO EM LIBERDADE, O POLICIAL MILITAR PÕE UM ATESTADO MÉDICO, ONDE NÃO HA CRIME NENHUM, ONDE FOI RECEITADO POR UM MÉDICO ESPECIALISTA, VAI PARA ATRÁS DAS GRADES. COMO IREI TRABALHAR E COMBATER A CRIMINALIDADE SE DENTRO DA MINHA INSTITUIÇÃO, O QUE ROLA SÃO ESTES TIPOS DE ATROCIDADES, E QUE NÃO SÃO DIVULGADAS. COMO TEREI ANIMO PARA COMBATER O CRIME SE É ISSO QUE ACONTECE E QUE ME REVOLTA, INDIGNA, ME DEIXA COM UM NÓ NA GARGANTA!!! BANDIDOS SOLTOS E PAIS DE FAMILIA PRESOS, HOJE O POLICIAL É ROTULADO E JULGADO POR TODAS AS ESFERAS DA SOCIEDADE, E SENTE-SE ACUADO, FRAGILIZADO, CABISBAIXO, COM TANTA INJUSTIÇA, VOCÊS JÁ SE PERGUNTARAM POR QUE TEM TANTO POLICIAL SAINDO DAS FILEIRAS INDO TENTAR A VIDA EM OUTRAS INSTITUIÇÕES? A RESPOSTA É UMA SÓ, INJUSTIÇA É ISSO QUE ACONTECE DENTRO DA POLICIA MILITAR DO MARANHÃO!!! CONHEÇO BEM AS ATROCIDADES QUE ACONTECEM DENTRO DA CLÍNICA MÉDICA DAQUELE BATALHÃO!!! INFELIZMENTE HOJE MEU MAIOR OBJETIVO, E NÃO TENHO VERGONHA DE FALAR E ESTOU ESTUDANDO PARA ISSO, É SAIR DA POLICIA MILITAR, PORQUE VEJO SE PERPETUAR AS INJUSTIÇAS, POR PARTE DOS COMANDANTES(FASCINOLAS), ONDE JULGAM E SENTENCIAM PRAÇAS, ARBITRARIAMENTE E QUEM TEM ESPIRITO REVOLUCIONARIO NÃO AGUENTA TANTA," MANCIDEZ" POR PARTE DOS PRAÇAS!!!
O TENENTE CORONEL NASCER, VEM PREJUDICANDO OS PRAÇAS DAQUELE BATALHÃO, COM INTUITO DE TÃO SOMENTE JOGAR O POLICIAL NA RUA PARA TRABALHAR MESMO QUE SEM CONDIÇÕES. JÁ TIVEMOS VARIOS EXEMPLOS DE POLICIAL, MATANDO PESSOAS, POR NÃO TER CONDIÇÕES PSICOLOGICAS IDEAL PARA TRABALHAR NA RUA, MAS NAQUELA CIDADE O QUE SE TEM EM MENTE POR PARTE DO COMANDO É QUE POLICIAL É NUMERO, E QUANTO MAIS NA RUA, MENOR A CRIMINALIDADE, MAS SE ENGANA ESTES PENSADORES POR QUE OS CRIMES PASSAM A SER COMETIDOS PELOS PROPRIOS POLICIAIS, ONDE SOFREM DE DEWVIO DE COMPORTAMENTE BIPOLAR!!! NÃO SEI ONDE IRA TERMINAR ESTE CASO MAS PEDIMOS JUSTIÇA E QUE O CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA SE IMPONHA DIANTE DE TAIS ATROCIDADES POR ESSE MÉDICO DESTRATA ATE SEUS COMPANHEIROS ESPECIALISTAS DESCARTANDO SUAS ATRIBUIÇÕES.
Fonte: http://policialbr.com/video/uma-verdadeira-molecagem-na-medicina-mi...
Fonte: http://policialbr.com/video/uma-verdadeira-molecagem-na-medicina-mi...
O PORÃO DA DITADURA MILITAR DO BRASIL AINDA SOLTA SEUS MAUS CHEIROS
Defesa tenta libertar PM acusado ameaçar oficial médico
“O flagrante traz o mofo e o mau cheiro do porão onde ele foi forjado”
Ganha repercussão na cidade de Imperatriz a prisão do soldado da Polícia Militar Rafael Teixeira Sousa, preso numa das celas do 3º Batalhão PM de Imperatriz desde a manhã de quarta-feira, 4 de janeiro de 2012, acusado de haver insultado e ameaçado de morte o médico militar Alberto Nasser.
Consta do depoimento do tenente coronel Nasser que o soldado Rafael, durante visitação médica, para homologação de atestado psiquiátrico, se alterou, proferindo insultos e até ameaçando de morte o seu superior, fato que teria ensejado na prisão do praça.
A fala das testemunhas sobre a ocorrência é divergente, ora sustentando a denúncia da suposta vítima ora negando a acusação que se imputa ao acusado.
O soldado Rafael, por sua vez, nega a acusação e revela que foi humilhado, tratado com desdenho e, ainda, que o médico do Quartel Alberto Nasser ignorou tanto o atestado quanto o laudo psiquiátrico reveladores de sua insanidade.
“Ele disse que eu estava mentindo e querendo enrolar e que os atestados nada valiam”, disse o PM diante da inquirição.
A defesa do preso, bancada pela Associação de Cabos e Soldados da Região Tocantina reagiu à prisão do policial e tenta, na justiça, a liberdade do PM.
“O flagrante lavrado no Quartel do 3º BPM tem o mofo e o mau cheiro do porão onde ele foi forjado. Temos convicção que o Paciente não praticou os crimes que se lhes imputam assim como sabemos que a forma em que o flagrante foi inspirado e produzido desafia a impetração da ordem libertatória. Vamos, em nome da Justiça, libertar o soldado Rafael”, disse, convicto, o advogado do preso Daniel Souza.
O advogado acrescentou, ainda, que o PM foi levado ao xadrez do Quartel às 08:30 horas da manhã de quarta-feira, 4 de janeiro de 2012, e que somente à tarde, por volta das 17:30 horas, se lhes informaram de seus direitos constitucionais.
“Muito suspeito. Esse fato demonstra que a lei de ritos penal foi violada, vez que é dever do Estado-Polícia informar ao preso, quando do ergastulamento, das garantias constitucionais inerentes à prisão, mesmo àquela decorrente de situação de flagrância. Ademais, ressalvo, o flagrante poderia ter sido realizado no tempo razoável já que todas as peças se encontravam às mãos da autoridade judiciária, não se justificando, pois, revelar ao preso de seus direitos constitucionais 9 horas depois do encarceramento”, asseverou a defesa.
CONTEXTO
No dia 17 dezembro de 2011, o soldado PM Rafael, de ficha funcional irrepreensível e detentor de bons antecedentes, teve a súbita notícia do falecimento da mãe, morta depois de um fulminante ataque cardíaco.
Fortemente abalado com a notícia, o PM foi encaminhado ao Hospital da Unimed, em Imperatriz, que, depois das primeiras avaliações médicas e diante do quadro depressivo do paciente, o encaminhou a uma consulta psiquiátrica, que diagnosticou, naquele instante, distúrbios mentais do soldado.
No dia 3 de janeiro de 2012, novamente submetido à avaliação médica psiquiátrica, constatou-se, através de laudo da lavra do psiquiatra João Eli, que o PM encontra-se incapacitado para o exercício do cargo, afetado psiquicamente, sujeito a tratamento especializado e a ingestão de medicamentos antipsicóticos, fato que motivou o comandante da Polícia Militar Montada, sediada na cidade de João Lisboa, a encaminhar o PM para o médico do 3º Batalhão PM de Imperatriz, Ten. Cel. Alberto Nasser.
“Esse é o contexto e dele não se pode fugir. As provas são robustas e revelam exatamente isso. Só não entendo como um policial que encontra-se doente, comprovadamente afetado, detentor de bom comportamento, sem qualquer envolvimento com o mundo torpe do crime, é tratado com descaso, desdenho, estupidez e cadeia pela Polícia do Estado do Maranhão. O caso revela que o autoritarismo, egresso das masmorras da ditadura militar, ainda desfila impune nos quartéis da PM maranhense, lamentavelmente”, acentuou o Dr. Daniel Souza.
(Assessoria de Imprensa da Assoc. de Cabos e Soldados de Imperatriz e Região Tocantina)
Fonte:http://arcspmia.blogspot.com/
Nenhum comentário:
Postar um comentário